sábado, 28 de fevereiro de 2009

Apresentação

Quando estávamos na faculdade, Nands era a ouvinte (vítima) número um das minhas composições (quem nunca precisou de elogios?), das quais me orgulhava pelas inúmeras frases de efeito e sem significado que continham. A que mais marcou e que serviu de inspiração pra esse blog foi: "o que na vida pode ser mais verdadeiro do que a falsidade explícita?".

Interrompendo um pouco... "quem nunca precisou de elogios?"... huuum, que frase interessante. Quase boa pra uma musiquinha ruim. Ressalta a virtude de reconhecer a própria fraqueza. Huuum, diga mais. Digo, e falando sério agora (pode falar sério também, né Nands?). Tem a ver com o fato de que o elogio se refere menos ao que a pessoa é e mais ao que ela quer ser. Óóóóóó, adoro frases polêmicas, mesmo sem acreditar nelas de verdade. E tem complemento, mas o complemento é fácil, é só fazer o raciocínio simetricamente oposto, falando sobre a ofensa, mas nem vale à pena. Enfim... "quem nunca precisou de elogios?". Vou anotar! Tá anotado, tá no blog!

Voltando: bom, a frase em questão, a da falsidade, não tinha significado inicialmente, mas posso inventar um agora. Mas não vou. Ao invés disso quero compartilhar uma expressão também ainda sem uso definido. A expressão é: "Esse A tem crase". Algo do tipo... "huuum, esse A tem crase", ou "iiii, esse A tem crase", ou "Olha, não sei, mas acho que esse A aí ó, tem craaaaase". Efeito a frase tem, sem dúvidas! Só não sei a que serve. Então vou fazer uma pesquisa e depois mostro os resultados em outra postagem. O povo decide! Quem quiser opinar aqui, opinaí!