sexta-feira, 21 de maio de 2010

Vamos fazer uma música?

Bom, a idéia aqui é compormos uma música (letra, melodia e harmonia) coletivamente. Não sei exatamente como, mas vocês podem sugerir coisas em forma de comentários.

domingo, 29 de março de 2009

Analisando o Chat da Uol

Nessa postagem e nas próximas não sei quantas, farei uma discussão em torno do Chat da UOL, utilizando como material de análise os Nicks que encontrei em algumas de suas salas de Bate-Papo no dia 22/03/2009. Considerando que as mesmas são divididas por temas, idades, cidades, encontros, religiões etc., classificarei os Nicks segundo os "tipos de identificação" para, a partir disso, obter conclusões sobre cada uma das salas, sobre o Chat em si e sobre a situação do mesmo em relação ao Messenger, lembrando que o último é o objeto principal desse estudo, iniciado na postagem anterior.


Sala “Por idade: 20-30”

Nicks: * RAYANE * / Leo / Andy / celião / is@dora / Paulo / Gostosinho-3.1 / Olhos Verdes F / gato lindo / LOIRINHA CASADA / Seu PríncipeMSNcam / Loiro Dotado CAM / RICARDO!!!CAM / marcelo88-CAM / GAROTA CAM / Mudo Falante / Um corpo que cai / fulano de tal / DESTILADO / CHEIO DE ODIO!! / DRU-26 / J.A. / TcHeLo / Chopin / esb¬¬ / flor_despetalada / oii / ariano SP / Cão Psiq...kkk... / chatorj / FEIA E POBRE(=

Total: 33 pessoas.

Tipos de identificação
(Algumas pessoas se incluem em duas ou mais classificações, outras em nenhuma)

Nominal: 08. O anonimato prevalece nos Chats. Porém, não é a ausência de nomes que cria esse anonimato, mas sim é o anonimato oriundo do próprio formato de Chat que faz com que a identificação nominal perca, para muitos, sua relevância.

Etária: 01. Sendo a sala referente a uma faixa etária, essa especificação torna-se menos necessária.

Por cidade: 02.

Sexual: 06. Tal classificação não se refere à intenção sexual, dificilmente ausente na comunicação via Bate-Papo, mas sim à explicitação dessa intenção no Nick. Obs: Incluí aqui a “Loirinha Casada”, considerando que “loirinha” empresta a “casada” seu sentido de fetiche.

Webcam: 03. O pouco espaço disponível para o Nick fez com que se criasse uma cultura de abreviações cujo entendimento é compartilhado pelos freqüentadores. Isso, para um “outsider” como eu, tem gerado dificuldades. No caso da presente classificação, primeiro achei que “CAM” era abreviação de Campinas. Aí pensei “Ué, tanta gente de Campinas?”. Muito burro... Concluí, então, que era abreviação de “camisinha” e superei a burrice anterior. Depois de ficar orgulhoso ao interpretar de forma “genial” que “especificações como “CAM” (camisinha) indicam a eficácia dos Chats como criadores de encontros reais”, percebi que a abreviação, na verdade, é de “WEBCAM”. Tal engano possui uma explicação, vinculada à configuração dos Nicks encontrada em outra sala de Bate-Papo, sobre a qual falarei na próxima postagem. Por enquanto eu fico como burro mesmo.

MSN: 01. Nesse tipo de identificação, podemos reconhecer não apenas a diferença, mas também a interação existente entre Chat e Messenger: o primeiro, como já se havia concluído, é anônimo, e o segundo, em relação àquele, é íntimo, sendo que há uma ponte entre ambos que leva de uma situação a outra. O Chat parece ser um primeiro passo para duas pessoas se conhecerem na internet. Quando elas aceitam a troca de contatos de Messenger e a visualização via Webcam, isso significa que se permitiram uma maior aproximação que, no entanto, é uma aproximação cautelosa. Tal constatação muda completamente o que eu havia interpretado quando pensava que “CAM” era abreviação de camisinha. Ou seja, o comum é que haja muita ponderação até que uma comunicação via Bate-Papo culmine em um encontro real.

Cômica: 05. Como exemplo, incluí aqui o sujeito autodenominado “Mudo Falante”. Como podemos ver, essa classificação refere-se apenas à intenção cômica explicitada no Nick e não ao seu real efeito.

Auto-queimação: 02. O nick “ChatoRJ”, em particular, chama à atenção por sua redundância (brincadeira, possíveis leitores cariocas. Adoro vocês caso existam). Já de modo geral, em Nicks desse tipo a intenção explicitada, de denegrir-se, esconde a intenção real, de atrair com psicologia inversa.
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Confiram na próxima postagem a análise de mais salas observadas.

sábado, 21 de março de 2009

Frases no Messenger (sem mais delongas)

Seguindo a proposta inicial, tanto da penúltima postagem quanto do blog em si, iniciarei a reflexão sobre as frases de efeito que são comumente anexadas aos Nicks pelos usuários do Messenger (prometo que não repetirei essa frase em vão novamente). Considerando que esse assunto dará muito pano prá manga, pensei em vários tipos de postagens até me deparar com uma pergunta interessante: mas afinal, o que são frases de efeito? Não sei. Até ameacei esboçar uma definição, mas voltei atrás ao lembrar-me do que um sábio professor certa vez me disse: “não seja escravo dos conceitos” (em português: “não seja escravo dos conceitos”). Com isso ele quis dizer que não devemos criar conceitos e encaixar a realidade neles, mas sim investigar a realidade e fazer com que os conceitos surjam a partir dela. No mesmo sentido, lembrei que quando jogava Sim City no meu Super Nintendo, Dr. Wright, figura que, segundo meu irmão mentiroso, era inspirada no famoso arquiteto Frank Loyd Wright (o que me deixava feliz pela informação privilegiada), mas que na verdade, como acabei de descobrir no Google, era só o criador do jogo, Will Wright, dizia: “não construa as ruas antes das casas” (ou, como dizem no Brasil: “não construa as ruas antes das casas”).
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Há algum ditado popular para isso? Algo menos nerd? Vou pensar a respeito brincando de Pink Dink Doo (depois eu tento ser menos nerd). Vamos ver: “Não coloque os carros antes dos bois”. Não, muito genérico. “Não escolha o penico sem saber o quanto vai cagar”. Não, muito nojento. Além disso, acho que não se caga em penico. “Não compre roupas para uma mulher sem conhecer suas curvas”. Parece ser ideal. Inteligente e safadinho. Fez-me lembrar do filme “Uma Linda Mulher”. É isso aí, vídeo-game é nerd, ditado é popular. Aliás, nerd é o Word que sugeriu, com um risco verde ondulado, que eu substituísse “cagar” por “defecar” (sugeriu de novo e eu estou defecando para ele). Enfim... Com esse papo de conceito quero apenas justificar (desculpar esfarrapadamente) a decisão de começar falando sobre as frases de efeito sem saber exatamente o que são. Talvez, no futuro, a partir de tais reflexões, eu possa descrever os elementos que constituem o “tipo ideal” das ditas cujas.
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Em primeiro lugar, ressalto que uma frase de efeito colocada junto a um nome ou apelido é diferente de outra mencionada em uma fala ou em um texto. Junto ao Nick, a frase é parte dele e exerce, portanto, a função de apresentação. Por exemplo, uma frase politizada, criticando o governo, é menos importante pelo conteúdo da crítica do que pela imagem que transmite do sujeito que a utiliza. Ou seja, ao invés de me apresentar como “Henrique – O politizado”, eu coloco “Henrique – O Lula é feio”. Em segundo lugar, que o espaço reservado no Messenger a tal complemento surgiu de uma demanda social detectada no Icq, no qual frases começaram a ser anexadas aos Nicks, mesmo sem haver um espaço próprio a elas. Assim sendo, pergunto: por que no Icq nasce essa necessidade de apresentação por meio de frases? Não faço idéia e, para conseguir pistas, iniciarei uma nova investigação. Porém, optei por não fazer uma nova pesquisa de opinião, pois acredito que estou começando a abusar da boa vontade de alguns de meus amigos e amigas. Outro dia, falei “oi” para uma amiga e ela respondeu: “oi Quinho. Mais uma pesquisa?” Situação muito constrangedora. Ao invés disso, voltarei a minha origem, o chat da UOL, e percorrerei o mesmo na busca por pistas. Confiram os resultados na próxima postagem.
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Quinho

domingo, 15 de março de 2009

Pesquisa do Icq / MSN

Pediria desculpas pela demora na postagem se alguém estivesse preocupado com os resultados dessa pesquisa. Mas apesar da aparente futilidade da proposta, de compreender a substituição do Icq pelo Messenger, obtive resultados interessantes, que dizem algo sobre o processo de obsolescência dos bens de consumo em nossa sociedade. Parênteses: existe termo mais vago que "em nossa sociedade"? Sim, "hoje em dia". Alias, "hoje em dia em nossa sociedade" é o supra-sumo do vago no tempo e espaço. Parênteses 2: eu escrevo “Messenger” e “MSN” no Word e o programa reconhece. Já “Icq” é acusado como erro pelo corretor com um risco vermelho. Voltando. O conjunto de respostas ficou um tanto quanto grande demais para um blog que quer ser "cool", “descolado”, “tric tric rolimã” (aprendi essa ontem). Então, para quem tiver interesse, vou colocá-las na forma de comentários, fingindo que as pessoas participaram espontaneamente.
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De início, vou aos “finalmentes”. Os dez entrevistados, a partir de seus depoimentos, receberam nomes: “Os resistentes” (seis), “Os Sem Icq” (dois), “A desbravadora” e a “Nada a ver”. Os que não tiveram Icq não tiveram Icq e a que não tem nada a ver não tem nada a ver. Por isso, a análise vai focar a relação entre os resistentes e “os” desbravadores. “Os”, apesar de ser só uma pessoa e do sexo feminino, pois acredito que a ilustre entrevistada pertence a um grupo maior de pessoas que se identificam pela busca de inovações. Poderia até ser “as”, afinal dos dez entrevistados, nove eram mulheres. Praticamente um harém intelectual.

Os resistentes, na época em que o Icq ainda não estava em declínio, mas o Messenger já estava em ascensão (quando muitos utilizavam os dois programas), são os que pensavam: “prá que MSN? Pode até ter mais recursos, mas eu não preciso deles!”. A passagem neste grupo, portanto, não se deu porque os sujeitos foram seduzidos pelos novos recursos e pelo novo visual, mas sim porque o antigo deixou de cumprir sua função (a lista do Icq esvaziou, o celular quebrou etc. e não porque "geladeira boa é geladeira quadrada"). Porém, diante da relação verificada, de seis resistentes para um desbravador, lanço as seguintes perguntas: como poucos desbravadores, ligados às inovações, conseguiram conduzir os muitos resistentes, acomodados aos recursos já consolidados? Além disso, considerando que todos os desbravadores passaram pela fase de ter ambos os programas, quais foram os primeiros a abandonar o Icq, quando isso ainda representava uma perda significativa do número de contatos?

Os dados permitem constatar que existem “carinhas”, “minazinhas” e, de modo geral, pessoas “mais próximas”, que fazem com que, em uma lista de contatos, poucos elementos tenham grande relevância, enquanto muitos ficam em segundo, terceiro, quarto, quinto plano. "Mais próximas", assim, entre aspas, por conta da interessante dinâmica criada pela não reciprocidade de relevância na relação entre pessoas. Ou seja, pelas situações em que: “o melhor amigo do meu melhor amigo não sou eu”; “quem me ama não me quer”, entre outras não tão deprimentes, mas também marcadas pela desigualdade de influências. Imaginemos um inovador que, tendo todos seus preferidos e preferidas em sua lista de contatos do Messenger, pôde dispensar o Icq sem receio. Em seguida, resistentes que tinham esse sujeito em primeiro plano (mas que não eram tidos em primeiro plano por ele) começaram também a usar os dois programas, tornando-se ex-resistentes. Tendo recusado a inovação até o momento em que foram obrigados a obtê-las, tais ex-resistentes passaram a não fazer mais questão do antigo. Assim, estando estes também satisfeitos com a lista de contatos do MSN, puderam dispensar o Icq, obrigando as pessoas que os tinham em primeiro plano (também sem reciprocidade) a instalarem o MSN, e assim por diante, até o Icq ficar vazio.

Tentando explicar de forma mais simples, os resistentes que passaram ao MSN o fizeram por ter contatos preferidos que, no entanto, não se importaram com eles ao descartar o Icq. Isso, porém, não coloca os desbravadores no topo de uma pirâmide de influências. O MSN de fato possuía vantagens e havia pessoas, tanto entre os mais quanto entre os menos pops, que estavam ligadas nelas. O que ocorre é que a maioria de nós, descolados ou colados, desbravadores ou resistentes, vive a tensão entre o chamar e o ser chamado, o querer e o ser quisto, o xavecar e o ser xavecado, o seguir e o ser seguido, o ouvir e o ser ouvido etc. E como em uma rede todo desequilíbrio local gera transformações no todo, estamos todos nós no MSN hoje, adicionando uns e sendo adicionados por outros.
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Quinho-San

quarta-feira, 4 de março de 2009

Frases no Messenger

Correspondendo ao exemplo citado na descrição do Blog, farei agora um ensaio sobre as frases que, comumente, são anexadas junto aos Nicks no Messenger. Neste sentido, parto de minhas memórias da adolescência, quando do Chat da Uol passei para o mIRC, e deste para o ICQ. Na minha percepção, tais passagens representaram modificações no sentido do “bate-papo virtual”, antes muito mais aberto ao contato entre estranhos, pela participação comum em comunidades que ressaltavam o compartilhamento de interesses e preferências, e posteriormente restrito aos já conhecidos. Nos chats a maioria era desconhecida, enquanto no ICQ a maioria era conhecida, sendo o mIRC um caso intermediário interessante, em que havia tanto comunidades amplas como comunidades restritas. Além disso, os mais envolvidos marcavam encontros (os IRContros), possibilitando que as pessoas se conhecessem coletivamente, e não apenas individualmente como nos chats. Acredito que, com o fim do frenesi em relação à possibilidade de conhecer pessoas pela internet, o movimento do virtual ao real perdeu espaço para o movimento do real ao virtual. Muitos chegaram à conclusão que conhecer pessoas legais ao vivo e ampliar as afinidades virtualmente é mais interessante que cultivar uma imagem virtual que, inevitavelmente, traz frustrações posteriores. Aliás, o fato dos casos de decepção não serem mais motivos de piada mostra a decadência desse movimento.

Pode parecer que logo de início já estou viajando e desviando do tema proposto e isso é verdade. Talvez seja possível emendar este pensamento no foco da postagem, pois, em geral, falo de comunicação virtual. Mas não vou! O que me incomoda agora é não conseguir explicar, com o modelo proposto, a passagem do ICQ para o Messenger. Seguindo definitivamente nessa nova direção, descrevo então o incômodo que senti com essa passagem. Na época, ao ver minha lista de contatos esvaziando, perguntei aos amigos restantes o que estava acontecendo e fiquei indignado ao concluir que precisaria me adaptar a tal movimento migratório virtual sem sentido (diferente das passagens para o mIRC e para o ICQ, muito bem recebidas por mim). Após resistir por muito tempo, aceitei a mudança, mas fiquei novamente indignado ao descobrir que seria necessário abrir uma conta no Hotmail (que até hoje nunca usei para mais nada!). Hoje me pergunto: “como puderam as pessoas abandonar um programa que tão feliz nos fazia com seus barulhinhos engraçados, e que ainda permitia que eu usasse meu zipmail no login?”.

Claro que o “sem sentido” era minha interpretação na época, pautada em um senso crítico raso e egocêntrico, habituado a reduzir novas formas de consumo a impulsos irracionais, sem antes compreender suas razões de forma empírica. Assim, diante de tal questão, adio a reflexão sobre as frases de efeito do Messenger para realizar uma nova pesquisa, buscando por tais sentidos. Para isso, pedirei aos colaboradores que “narrem suas memórias sobre como se deu, para cada um, a passagem do ICQ ao Messenger”. Em seguida, postarei as respostas recebidas. Novamente, quem quiser contar aqui, contaí!

segunda-feira, 2 de março de 2009

Pesquisa do "À"

Tendo o assunto do “À” já dado o que tinha que dar (rimou), eu postarei aqui as respostas que recebi na nossa pesquisa de opinião, sendo que para cada pessoa pedi que sugerisse um uso à expressão “esse A tem crase”.

Respostas:

1) ... tem a situação normal tipo... alguem escreve errado e alguem corrige: "ou, esse a tem crase". Ou então, meio virando novas girias... tp... quando algo é mais dificil do que parece... sei lá... "achei que era só ir lá e falar que cabou td, mas esse A tem crase" ... ou então quando vc desconfia da orienteção sexual de alguem e ao inves de falar "essa coca é fanta" vc fala "esse A tem crase"
(Resumindo: quer terminar o namoro prá tomar uma fanta, mas a moça está grávida)

2) PARECE QUE TA FALTANDO ALGO. QDO ALGUEM FALA ALGO COM DUPLO SENTINDO.
(Não entendi)

3) Significa que ta faltando crase no A. Voce ta lendo um texto, ae ve aquela merda de A que está sem a crase, mas deveria estar com ela, entao voce manda ''Porra, esse a tem crase!''
(Huahahuahaahaushuhasuhua. Muito boa!)

4) Adoreiiiiiii. Pode ser pra várias coisas. Pode ser pra gay, pode ser pra alguém interessante, ou pra comida mesmo. Enfim, bá, pra mtas coisas, tipo, aqui a gente tá usando: é brita. Brita pra coisas meio ruins. Só q se fala: é brieeeeta.
(Bá... A com crase é brieeeeta!)

5) Esse a tem crase = uma pessoa diferenciada. Tadam!
(Pois é. Quem nunca se sentiu como um a sem crase?)

6) Tipo "aí tem coisa!" hum... deixa eu pensar se tem mais alguma coisa... ou qdo uma coisa é mto boa, tipo, tem aquele quê a mais! Assim: - entao, aquele q te mostrei é meu namorado! - esse a tem crase! UAhUHAUHAUHAUHAUAHUHAUHA, eu amei! posso usar? uHAuhUAHUAHUAhUahuha.
(Claro que sim! Agora é de domínio público!)

7) Pode ser um cara q vc acha q é viado... ai vc olha e diz "hmmm esse A tem crase", ou qndo vc v maldade em alguma situação, tipo alguem com más intenções...ai vc diz "nesse A tem crasee". Mas acho q no caso d um viado fica melhor, pq é tipo "hmmm essa coca é fanta". É maldoso neh, mas fazer oq?
(Sacanagem. Outro dia me zoaram porque eu pedi uma fanta)

8) É acho q seria algo do tipo: "aí tem coisa", "é mais do que imagino", "é algo mais importante q imaginava". Que tal?
(Eu fico com essa)

9) Não entendi. (nova explicação) Não entendi ainda. (Desencana. Era para uma pesquisa pro meu blog) Ah, eu primeiro tinha que saber que era pra uma pesquisa pra então conseguir responder, masssssss, tudo bem.
(“Masssss” que a... com crase)

Bom, pra finalizar essa postagem, uma coisa interessante de ter feito a pesquisa pelo Messenger foi observar a preguiça no uso de acentos, sendo que o acento grave tem seu uso ainda mais dificultado, considerando a posição marginalizada do mesmo no teclado, que demanda o uso conjunto da tecla shift (Huuuum... que absurdo... diga mais).

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Apresentação

Quando estávamos na faculdade, Nands era a ouvinte (vítima) número um das minhas composições (quem nunca precisou de elogios?), das quais me orgulhava pelas inúmeras frases de efeito e sem significado que continham. A que mais marcou e que serviu de inspiração pra esse blog foi: "o que na vida pode ser mais verdadeiro do que a falsidade explícita?".

Interrompendo um pouco... "quem nunca precisou de elogios?"... huuum, que frase interessante. Quase boa pra uma musiquinha ruim. Ressalta a virtude de reconhecer a própria fraqueza. Huuum, diga mais. Digo, e falando sério agora (pode falar sério também, né Nands?). Tem a ver com o fato de que o elogio se refere menos ao que a pessoa é e mais ao que ela quer ser. Óóóóóó, adoro frases polêmicas, mesmo sem acreditar nelas de verdade. E tem complemento, mas o complemento é fácil, é só fazer o raciocínio simetricamente oposto, falando sobre a ofensa, mas nem vale à pena. Enfim... "quem nunca precisou de elogios?". Vou anotar! Tá anotado, tá no blog!

Voltando: bom, a frase em questão, a da falsidade, não tinha significado inicialmente, mas posso inventar um agora. Mas não vou. Ao invés disso quero compartilhar uma expressão também ainda sem uso definido. A expressão é: "Esse A tem crase". Algo do tipo... "huuum, esse A tem crase", ou "iiii, esse A tem crase", ou "Olha, não sei, mas acho que esse A aí ó, tem craaaaase". Efeito a frase tem, sem dúvidas! Só não sei a que serve. Então vou fazer uma pesquisa e depois mostro os resultados em outra postagem. O povo decide! Quem quiser opinar aqui, opinaí!